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ARTE ANIMAL 3 – por Rocha Maia   Prendre un coup d'oeil! Um olhar ao passado da arte animal: Lascaux! ( Cavernas no sudoeste da França ) Por muitos anos, as grutas de Lascaux foram consideradas como o local da existência das mais antigas representações de arte rupestre (datação: 17 mil anos). Acreditava-se ser a Europa o continente onde essa arte surgiu; recentemente, arqueólogos descobriram, em cavernas da Indonésia, vestígios de pinturas feitas há aproximadamente 44 mil anos. Vale lembrar que no Brasil, lá para as bandas do Piauí, existe um dos maiores sítios arqueológicos disponíveis para visitação, o Parque Nacional Serra da Capivara, onde é possível ver desenhos com datações de 25 mil anos ou mais.   Foco na Arte Animal Oscar D’Ambrosio, conhecido e renomado jornalista, mestre em Artes Visuais, comentou: “Uma das principais funções da arte é comunicar ao observador um pensamento, ...”; “O que não pode ocorrer num trabalho significativo é que ele passe in...
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  ARTE ANIMAL 10 Por: Rocha Maia   A FIDELIDADE CANINA E “REQUIESCAT” D entre as muitas formas artísticas destinadas a registrar o carinho, a fidelidade e o amor dos cães, mesmo depois da morte de seus donos, encontramos uma pintura que pode ser considerada como a mais conhecida composição no gênero. Uma genuína oração “ RIP ” (*)! É esse o título da obra do artista inglês Briton Rivière: “REQUIESCAT” . Por si só, o quadro diz tudo! Desnecessário comentar a cena! Ela bem representa a fidelidade canina. Acredita-se que o mérito do autor residiu na escolha da raça do animal. Tente imaginar a mesma pintura, com um cão de outra raça. Mudaria totalmente o impacto dramático que o pintor conseguiu transmitir. Possivelmente, a tela não obteria a mesma composição harmônica; e não seria tão tocante como a que Rivière pintou (1888), usando óleo sobre tela, tendo as dimensões de 1,60m altura por 2,30m de largura. A IMAGEM DO CÃO DE SANTO HUMBERTO A escolha dessa raça...
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  por Rocha Maia    UMA INGÊNUA APROXIMAÇÃO COM A ARTE E O ANIMAL Enquanto isso, no passo típico e apropriado do Jeca Tatu, segue implacável a arte dos poetas anarquistas dos pinceis! Aquela mesma que, na França, batizaram “naïf” (ingênua), para tentar desprestigiá-la nos jornais, com toda aquela sua espontaneidade e simplicidade temática! Ela é uma arte que está sempre, desde o seu início, a desafiar os espaços culturais e os salões nobres. Desrespeitando mostras seletivas, ela vai abrindo mais e mais lugares, para acolher eventos e artistas do estilo. A arte naïf, também chamada de primitiva ou popular, luta contra preconceitos e apresenta a temática cotidiana e simplória, na qual o mais importante da obra e a capacidade de tocar e emocionar corações. Artistas simples, humildes, não pretendem posar como intelectuais ou grandes mestres; são artistas que merecem o maior respeito, não pelo que têm, mas pelo que são como gente! Gente de raízes, de comprometimento ...